Gaeco faz buscas na casa do ex-secretário de urbanismo de Curitiba. Recente Secretário de Araucária
O Investigado que também foi Secretário de Urbanismo agora na Gestão Hissam, foi o mesmo que instituiu a industria da Multa e das Pinturas de Asfaltos no Município de Araucária/PR. , vez que pediu exoneração do cargo, mas deixou a sua marca que o Prefeito segue a risca, multando a população e gastan

O Investigado que também foi Secretário de Urbanismo agora na Gestão Hissam, foi o mesmo que instituiu a industria da Multa e das Pinturas de Asfaltos no Município de Araucária/PR. , vez que pediu exoneração do cargo, mas deixou a sua marca que o Prefeito segue a risca, multando a população e gastando o dinheiro arrecadado com multas por meio de pinturas e repinturas a cada 60 dias.

“| Foto: Arquivo/Gazeta do Povo
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná (MP-PR) cumpre, na manhã desta quarta-feira (4), quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba. A ação integra a segunda fase da Operação Al-Barã, iniciada em 2017 e que investiga um esquema de corrupção que ocorreria na Secretaria Municipal de Urbanismo entre os anos de 2013 e 2016.
Segundo o MP-PR, por meio do pagamento de propina a servidores, empresários obtinham facilitação na tramitação de processos de alvará e concessão de licenças pela pasta. Os mandados, expedidos pela 13ª Vara Criminal de Curitiba, são cumpridos em uma empresa e em residências do ex-secretário de Urbanismo Reginaldo Cordeiro e do proprietário e de um funcionário da empresa supostamente beneficiada.
Na primeira fase da operação, deflagrada em junho de 2017, oito pessoas foram presas temporariamente por suspeita de terem recebido dinheiro no esquema. Na ocasião, Cordeiro foi conduzido coercitivamente para prestar depoimento e sua casa foi alvo de mandado de busca e apreensão, embora ele não fosse considerado suspeito à época.
Após a deflagração da operação, a Secretaria Municipal de Urbanismo realizou uma auditoria, por meio da qual foram identificadas irregularidades em 70 dos 362 procedimentos de alvará e licença auditados. Destes, 53 tiveram atos anulados ou suspensos e outros 17 foram retificados, para se adequar à legislação urbanística do município. Entre as irregularidades, estão liberação para construções em parâmetros acima do permitido pelo zoneamento urbano e o estabelecimento de medidas compensatórias não previstas em lei.
A Gazeta do Povo tenta contato com Cordeiro e com Gustavo Fruet, prefeito de Curitiba no período investigado. Na época da primeira fase da Al-Barã, a defesa de Cordeiro negou qualquer irregularidade envolvendo seu cliente.
Fruet, por meio de nota, afirmou, também à época, que, ao longo da gestão, deu transparência aos processos e abriu os conselhos do urbanismo para participação da sociedade organizada. Afirmou ainda que a investigação do Gaeco foi provocada por auditoria aberta durante a sua gestão.”
Fonte: Gazeta do Povo
Newsletter
Não perca a próxima matéria
Receba no email quando publicarmos novas denúncias e investigações.
