MAIS UM BEBÊ PERDE A VIDA NO HMA
Em apenas três meses de gestão do Prefeito Gustavo, a Secretaria de Saúde sob o comando da 1ª Dama, Renata Botogoski e a Direção Geral Shra Débora, a Gestão já acumula três mortes evitáveis: dois bebês (nascituros) no HMA e uma paciente de 23 anos na UPA por diagnóstico equivocado.O caso mais recent


Em apenas três meses de gestão do Prefeito Gustavo, a Secretaria de Saúde sob o comando da 1ª Dama, Renata Botogoski e a Direção Geral Shra Débora, a Gestão já acumula três mortes evitáveis: dois bebês (nascituros) no HMA e uma paciente de 23 anos na UPA por diagnóstico equivocado.
O caso mais recente evidencia graves falhas no atendimento obstétrico no HMA– uma gestante de dois meses, com sangramento, obrigatoriamente sentada por mais de 04 (quatro) horas, sem atendimento prioritário, sem ultrassom disponível e sem acompanhamento político real. Um grito por mudanças se eleva diante do caos silencioso que ceifa vidas e drena a confiança da comunidade.
Números Que Assustam e colocam à gestão em xeque.
Em pouco mais de 100 (cem) dias de Gestão Municipal, o HMA registra duas perdas gestacionais no próprio hospital, além de um óbito por diagnóstico errado na UPA. São vidas interrompidas por falhas de protocolo, falta de pessoal e ausência de fiscalização interna e possível negligência.
Responsabilidades Compartilhadas.
A secretária de saúde, Renata Botogoski no dia do óbito 24 de abril, ao promover ambulâncias federais em gravação noturna, ausentou-se do HMA — justamente no momento em que uma gestante sangrava sem socorro. Débora, como diretora da Saúde, e a cúpula política municipal também fracassaram em garantir plantões com equipe completa e supervisão ativa da gestora terceirizada do HMA.
Entenda o caso da Gestante de Dois Meses.
Cronologia da Tragédia:
• 19h00: Chegada ao pronto-socorro obstétrico com sangramento intenso.
• 19h00–23h30: Sem triagem de risco; paciente aguarda sentada em cadeira, vulnerável.
• 23h30: Primeiro atendimento médico, mas sem ultrassonografia por falta de técnico.
• 24 de abril: Ultrassom confirma perda fetal; questiona-se mesmo se havia gravidez.
Falhas no Protocolo de Urgência.
O Manual de Boas Práticas do SUS determina prioridade imediata a gestantes em sangramento ativo. A espera prolongada e a recusa de exame essencial (ecografia) indicam não apenas falha administrativa, mas possível negligência clínica.
Repercussão e Cobranças.
Vozes da Comunidade;
Moradores do bairro Iguaçu e frequentadores da UBS Shangri-La, que encaminhou a paciente, manifestam revolta e medo de buscar socorro no HMA. O sentimento geral é de abandono por parte de quem deveria proteger vidas.
Atuação Política Insuficiente.
Vereadores contactados pela família prometeram intervenções, mas não compareceram ao local. A falta de pressão política in loco contribui para a perpetuação do caos e impede soluções imediatas.
O Chamado à Ação
Medidas Urgentes;
1. Auditoria Independente: Levantamento detalhado dos três óbitos e das condições de atendimento.
2. Reforço de Plantão: Contratação emergencial de técnicos de ultrassonografia e obstetras para turnos noturnos.
3. Treinamento e Protocolos: Capacitação contínua das equipes de triagem para casos de risco obstétrico.
Até Quando?
A pergunta que ecoa pelas portas do HMA não admite retórica: até quando vidas serão perdidas por falta de estrutura e de vontade política? Cada minuto de espera pode ser a diferença entre salvar um bebê e sepultar uma esperança. Enquanto as gestantes não tiverem certeza de que serão atendidas com urgência e dignidade, a cada dia a saúde municipal seguirá mais caótica — e a morte continuará a cobrar seu preço.
Newsletter
Não perca a próxima matéria
Receba no email quando publicarmos novas denúncias e investigações.
