Guarda Municipal atua com munições vencidas há mais de três anos. Secretário e prefeito recusam doação de carro blindado.
É inadmissível que, em pleno exercício de suas funções, os Guardas Municipais estejam utilizando munições vencidas, cujo prazo máximo de validade, após aberto, gira em torno de 18 a 24 meses. Atualmente, a tropa de rua opera com munições com mais de três anos de uso, colocando em risco não apenas a


É inadmissível que, em pleno exercício de suas funções, os Guardas Municipais estejam utilizando munições vencidas, cujo prazo máximo de validade, após aberto, gira em torno de 18 a 24 meses. Atualmente, a tropa de rua opera com munições com mais de três anos de uso, colocando em risco não apenas a eficácia das ações, mas também a segurança dos próprios agentes e da população.

Enquanto isso, a pressão e o assédio moral persistem sobre os servidores, cobrando deles desempenho sem oferecer as mínimas condições operacionais. Antes de exigir comprometimento da tropa, o secretário de Segurança Pública deveria assumir sua responsabilidade e garantir estrutura e segurança adequadas para os profissionais.
Outro fato alarmante: o secretário e o prefeito recusaram a doação de um veículo blindado da empresa Brinks, avaliado em cerca de um milhão de reais. O carro seria empregado em operações em áreas de risco, reforçando a capacidade da corporação frente a ações de pronto emprego, como enfrentamentos contra o crime organizado e ataques a instituições financeiras.
Em um cenário cada vez mais hostil, é imprescindível que a Guarda Municipal conte com equipamentos adequados — incluindo um veículo blindado (“caveirão”) — para proteger seus agentes e atuar de forma eficaz e segura.
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