MP denuncia Rubens Bueno por improbidade, Deputado do Prefeito Hissam e Genildo
Promotores dizem que parlamentares usavam funcionários do gabinete para trabalhar pelo partido. PPS nega irregularidades Ação Civil de improbidade Administrativa N°0003551-90.2015.8.16.0179-T Esse Ano ele é Candidato a Reeleição! O Ministério Público do Paraná (MP) ofereceu à Justiça uma ação civil

Promotores dizem que parlamentares usavam funcionários do gabinete para trabalhar pelo partido. PPS nega irregularidades
Ação Civil de improbidade Administrativa
N°0003551-90.2015.8.16.0179-T
Esse Ano ele é Candidato a Reeleição!

O Ministério Público do Paraná (MP) ofereceu à Justiça uma ação civil pública por improbidade administrativa contra quatro políticos do PPS e o diretório estadual do partido. Segundo o MP, funcionários comissionados dos gabinetes parlamentares e da liderança da legenda na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), na verdade, teriam prestado serviço ao diretório local do PPS. Na ação, o órgão pede liminarmente o bloqueio de R$ 11,3 milhões dos bens dos envolvidos para ressarcimento aos cofres públicos, além da perda da função pública e da suspensão dos direitos políticos de cada um por um período de cinco a oito anos.

São citados na ação Rubens Bueno, deputado federal, líder do PPS na Câmara e presidente do partido no Paraná; Douglas Fabrício, deputado estadual licenciado e secretário de Esportes e Turismo do Paraná; Cesar Silvestri Filho, ex-deputado estadual e prefeito de Guarapuava; Marcelo Rangel, ex-deputado estadual e prefeito de Ponta Grossa; além do próprio diretório estadual do PPS.
A ação foi baseada em uma denúncia feita ao MP dando conta que seis pessoas – todas filiadas ou militantes do PPS − seriam funcionários fantasmas da Assembleia. Segundo a investigação, elas estavam lotadas nos gabinetes dos então deputados Marcelo Rangel, Cesar Silvestri Filho e Douglas Fabrício e na liderança do partido, mas trabalhavam, de fato, para o diretório estadual da legenda. Apesar de a apuração ter levantado o período de janeiro de 2009 a agosto de 2013, o MP suspeita que a irregularidade pode ter ocorrido desde 2003.
Fonte: Gazeta do Povo.
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