Pai ajuda em parto de filha no HMA; criança morre
E o Prefeito ainda quer terceirizar nossa Saúde, lembrando que o HMA é um cabide de empregos para vereadores e políticos indicarem parentes, lá já tem esposa de Secretário, tia de Secretário, mãe de filho do Prefeito e vários indicados de vereadores. A morte de uma bebê está sendo investigada pelo H

E o Prefeito ainda quer terceirizar nossa Saúde, lembrando que o HMA é um cabide de empregos para vereadores e políticos indicarem parentes, lá já tem esposa de Secretário, tia de Secretário, mãe de filho do Prefeito e vários indicados de vereadores.

A morte de uma bebê está sendo investigada pelo Hospital Municipal de Araucária. A família da Giovana Vitória Arlindo, que morreu com três dias de vida, reclamou sobre o atendimento prestado durante o parto. O pai da menina ajudou no procedimento, conforme relato de parentes.
A tia de Giovana, Josiele Marli Lourenço, conta que sua cunhada entrou em trabalho de parto no fim da última tarde de sexta-feira (19). Ela chegou ao hospital às 18h30 já com a bolsa estourada e a criança só nasceu na madrugada de sábado (20).
“Mantiveram ela na sala durante horas. Levaram para induzir o parto de madrugada, ela ficou uma hora e 20 no parto”, conta Josiele. Para ela, houve uma espera pelo parto normal.
A mãe teve a companhia do marido durante todo o procedimento. O pai, inclusive, precisou ajudar no parto. “O médico queria que o pai colocasse a mão na cabeça da criança, pra puxar. Ela ficou presa, sem oxigênio”, diz a tia. “Só estava o médico e uma enfermeira. Não tinha profissional na sala”, relata Josiele.
Depois do parto, a criança foi levada para a UTI neonatal. A mãe teve alta do hospital na manhã de domingo (21) e Giovana Vitória morreu no começo da noite.
“Era uma menina saudável, foi uma gravidez tranquila, sem problema nenhum. Ela teve todo acompanhamento médico”, diz Josiele.
Veja a nota na íntegra do Hospital Municipal de Araucária
O Hospital Municipal de Araucária (HMA) informou que, visando esclarecer os fatos, reuniu-se com a equipe técnica e administrativa do Núcleo de Segurança do Paciente e que os dados iniciais não apontam qualquer erro de conduta dos profissionais envolvidos. Os técnicos que prestaram atendimento durante o parto serão convocados e um processo administrativo está sendo aberto pelo HMA.
O Hospital informou ainda que os registros levantados apontam que a gestante realizou 8 consultas de pré-natal, conforme previsto nos procedimentos de saúde, e que não havia indicação de situação de risco que justificasse uma cesárea. O parto foi humanizado e, neste caso, o pai tem o importante papel de estar ao lado da gestante para apoiá-la. Todo o procedimento é coordenado pelos profissionais de Saúde. Segundo o HMA, o parto teve equipe completa, com pediatra e ginecologista. As informações sobre o que pode ter causado a morte da criança ainda estão sendo investigadas.
Fonte: massanews.com
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