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Sabiá Ecológico, empresa que coleta o lixo em Araucária, é alvo de operação do GAECO

Araucária figura em diversos processos apurados pelo GAECO. Dessa vez envolvendo o contrato feito pela secretaria Municipal de Meio Ambiente com a Sabiá Ambiental. Contrato assinado pela atual gestão de Hissam Hussein Dehaini (PPS 23 ). O Grupo empresarial já vinha sendo investigado a algum tempo, f

·24 de julho de 2018
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Sabiá Ecológico, empresa que coleta o lixo em Araucária, é alvo de operação do GAECO

maquinario06

Araucária figura em diversos processos apurados pelo GAECO. Dessa vez envolvendo o contrato feito pela secretaria Municipal de Meio Ambiente com a Sabiá Ambiental. Contrato assinado pela atual gestão de Hissam Hussein Dehaini (PPS 23 ).

O Grupo empresarial já vinha sendo investigado a algum tempo, figurando inclusive com várias empresas

Os grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e Especial de Proteção ao Patrimônio Público (Gepatria), do Ministério Público do Paraná (MP-PR), realizaram na manhã desta terça-feira (24) uma operação (Container) em Curitiba e cidades do interior contra fraudes em licitações envolvendo coleta de lixo. Os investigadores ainda apuram a prática de cartel, corrupção ativa e passiva e crimes contra o meio ambiente.

As investigações miram pelo menos 200 processos licitatórios de 11 cidades do Paraná desde 2014: Curitiba, Francisco Beltrão, Araucária, Guarapuava, Laranjeiras do Sul, Nova Esperança do Sudoeste, Dois Vizinhos, Enéas Marques, Salto do Lontra, Cafelândia e Umuarama. Ao todo, segundo o Gaeco, 36 mandados judiciais foram expedidos – entre eles, seis de prisão temporária e seis de prisão preventiva.

Entre os alvos de mandados de prisão temporária estão dois técnicos do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) de Curitiba e de Francisco Beltrão, no Sudoeste do estado, acusados de atuar em duplicidade para o órgão estatal e empresas interessadas nas licitações. Segundo Leonir Battisti, coordenador estadual do Gaeco, dois grupos empresariais com sede na região Sudoeste organizaram-se para fixar artificialmente o preço máximo das licitações de resíduos sólidos e regionalizar o mercado por municípios, o que caracteriza crime de cartel. “Essas duas pessoas que foram presas estavam atuando pelo IAP e há suspeita de recebimento de dinheiro por fora para facilitar para as empresas“, afirma.

“O que nós fizemos: analisamos esses 200 processos e verificamos que não havia concorrência, o que não é algo normal. É uma indicação de que poderia haver fraudes. Em alguns verdadeiramente não houve concorrência. Parte desses procedimentos sequer tinham orçamentos internos, o que indica que foram dirigidos por motivos variados que ainda estamos apurando”, completa Battisti. De acordo com o Gaeco, até o momento não houve indício de participação de agentes políticos no esquema.

A ação foi feita em conjunto com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e com apoio da Polícia Militar (PM). Em Curitiba, quatro agentes do Gaeco cumpriram mandados em duas sedes no IAP, no bairro Rebouças.

Suposta prática de cartel

Segundo o Cade, 15 servidores do órgão participaram da operação realizada nesta terça-feira. A investigação aponta que, desde 2010, grupos empresariais estariam fazendo acertos para a apresentação de propostas nas licitações, de forma a dividir o mercado e que a carteira de contratos de cada empresa fosse preservada.

Fonte: Gazeta do Povo.

Na época do contrato emergencial feito pela Secretaria de Meio Ambiente de Araucária, pasta do Secretário Vitor Cantador, porque não se desclassificou a empresa Sabiá Ecológico se haviam indícios de Certidões suspeitas ?

Pelo visto o GAECO terá muito trabalho em Araucária até 2020, talvez seria importante instalar uma Delegacia Regional no Município.

Sem título

Entenda o esquema que envolve outras empresas do grupo e a investigação do Gaeco

O Ministério Público do Paraná por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), cumpriu na manhã da última quinta-feira (26), mandados de busca e apreensão e de condução coercitiva em operação que investiga a falsificação de documentos e laudos para licença de postos de combustíveis do grupo empresarial Stang.

Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em residências, escritórios e sedes de empresas nas cidades de Francisco Beltrão e Nova Esperança do Sudoeste. Nos locais foram apreendidos documentos, computadores, celulares, armas de fogo e munições. Duas pessoas foram presas em flagrante por posse de arma de fogo de armas e munições.

A investigação apura o uso de laudos falsos de análise de efluentes (caixa separadora de água e óleo) e de água (poços de monitoramento) para que diversos postos de combustível, todos pertencentes ao mesmo grupo, conseguissem obter ou renovar licenças necessárias à operação, inclusive ambiental. Os postos estão localizados em cidades do Paraná e Santa Catarina.

O grupo Stang é proprietário dos Postos Delta e da empresa de lixo Sabiá Ecológico Ltda., já investigada por suspeita de irregularidades em licitações em diversas prefeituras do Paraná, entre outros negócios. O grupo Vigilante da Gestão fez levantamento de diversas atividades do grupo, detectando inclusive que havia uma empresa, em Umuarama, que era usada para fornecer orçamentos em licitações, mas não operava.

Ao longo dos últimos ano, o Grupo Stang se especializou na compra de postos de combustíveis no Estado do Paraná e Santa Catarina, muitos dos postos possuíam diversos problemas ambientais, que logo passaram por reforma e operam normalmente. Dentre as empresas consta uma distribuidora de combustíveis em Araucária.

As investigações do GAECO chegaram a fraudes em laudos técnicos para legalizar o licenciamento dos postos e pode haver suspensão da comercialização, com pedido para lacrar as bombas por não observar as leis e colocar a saúde da população em risco.

Fonte: Umuarama News com informações do MPPR e Vigilantes da Gestão

http://umuaramanews.com.br/2017/10/28/gaeco-cumpre-mandados-na-rede-de-postos-delta-duas-pessoas-foram-presas/

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